domingo, 18 de junho de 2017

Eventos Putz no Parque de Exposições de Rib Preto

Evento: PUTZ
PUTZ é o nome dado evento promovido por empresários espertos com grave perturbação do sossego das comunidades do entorno e com o beneplácito do poder público.
Por Jose Gomes Potiguar 

#
GovernoForte
 é um Governo de #PulsoFirme !
Maratona de shows constante no Parque de Exposições! #RibeirãoPreto - No local pouco ou nenhum retorno aos serviços sociais para população carente.
#Parque de #Exposições a serviço da iniciativa privada. 17 de junho de 2017.
#Hoje a noite acontece o Evento Privado a Grande Chopada. 
As internas do Parque abandonada, onde a população da região do complexo aeroporto, bairros do entorno está refém do Barulho para eventos de natureza privada. Juntos Podemos perguntar​ que não é crime, quanto se arrecada nesta maratona de eventos ?!
Haja vista onde estas realizações que não condizem um retorno benefício com o fortalecimento para comunidade local, há anos vem se tornando abusiva, não cabíveis as normas do silêncio, bem como um alicerce com mais visibilidade dos serviços públicos.
Por isto, os grandes eventos acontecem de forma agressiva aos ouvidos da população, bem como, não há limites que venha trazer a tranquilidade pública nesta época ou período do ano, nos finais de semana, de uma forma mais respeitosa, e que, eles também obedeça os seus limites do barulho, no tocante ao som distribuído e também propagado por esses eventos particulares.
Na região leste da cidade que se encontra este equipamento urbano que no passado era gerido pela CODERP. E naquelas épocas passadas, o Parque de Exposições onde era palco de grandes eventos da agropecuária denominada a Festa da Alta Mogiana, FEAPAM e outros e eventos deste nível.
#A situação do Parque de Exposições hoje, está no gerenciamento da Secretaria de Esportes.
#No entanto, percebemos o porquê de governo municipal fraco com as coisas pública da cidade.
#A disposição e situação do Parque de Exposições no momento está nas mãos da iniciativa privada para seus eventos pessoais e mega-shows sertanejos e outros onde de tudo acontece no local.

Comentários do face:
01Moro no Jardim Interlagos, e escutamos, os cantores, e as bandas tocarem. Imagino como é lá perto!
02 - No Jd Aeroporto é um inferno. Todavia, a PM prevarica pois disse que o alvará pode fazer barulho pois tem alvará da Prefeitura. Pior ainda é o juiz que cuida do processo ( o Ministério Público promoveu ACP) pois sentou em cima do mesmo (lobby do poder economico),
03 - Isso é uma desgraça pra nossa região muito 
04 - Vamos fazer um grande abaixo assinado contra isso é levar ao ministério público
05 - 03 Abaixo assinados foram feitos pela população local a cerca de 10 anos e entregues aos Promotor da Habitação que abriu ação na justiça, mas o juiz que cuida do processo sentou em cima do processo (não julga deixa em pausa eterna) devido ao lobby do poder economico.

Talvez um novo movimento (pressão-abaixo assinado) possa estimular o promotor a cobrar o juiz.



terça-feira, 30 de maio de 2017

Moradores da região do Leite Lopes pedem que Câmara volte a discutir ampliação

Movimento acredita que relatório elaborado por CEE da Casa em 2016 não respondeu ao questionamento dos moradores

Moradores da região do Aeroporto Leite Lopes, na Zona Norte de Ribeirão Preto, querem que a Câmara Municipal reabra a Comissão Especial de estudos (CEE) para avaliação do Uso do Solo do Entorno da região em que o aeroporto está instalado. Eles alegam que a não reeleição do presidente da comissão para a Câmara deixou o relatório elaborado inerte.
De acordo com o Movimento Pró Novo Aeroporto, que acompanhou a CEE na legislatura passada, então presidida por Beto Cangussú, ela foi terminada com ressalvas, em razão da não continuidade das discussões sobre a situação na Casa.
“Essas ressalvas consistiram na falta de oportunidade de alguns temas serem abordados e outros não foram respondidos pelas autoridades competentes por falta de tempo útil”, afirma o presidente da associação dos moradores do bairro, Marcos Sérgio.
Ele alega que áreas verdes na região do aeroporto não foram consideradas no laudo da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) que emitiu a licença ambiental para o empreendimento, o que foi contestado pelo Ministério Público no ano passado.
Além disso, eles reclamam que um prédio no qual funcionava uma base da Polícia Militar está abandonado e está depredado e ainda reclamam da insegurança na região, causada pela falta de iluminação pública na Avenida Thomaz Alberto Whatelly, no trecho em frente ao aeroporto. O movimento aponta riscos de atropelamentos na região, já que em alguns trechos da pista não contam com calçadas e guias.
Foto: Arquivo Revide/Ibraim Leão





























































































































































































































































































































































quarta-feira, 17 de maio de 2017

A NOVA VELHA FALSA PROMESSA DE NOVO

Mais uma vez a imprensa de Ribeirão Preto confirma a quem serve. O deputado Baleia Rossi para mostrar que é muito pro-ativo faz publicar a noticia de que, através do Secretário Geral da Presidência – Moreira Franco – vai conseguir liberar 80 milhões de Reais para viabilizar as obras de internacionalização do Leite Lopes.


A imprensa simplesmente publica sem nenhuma discussão ou mostrar outros viés dessas declarações que pecam pela sua impossibilidade objetiva.

Não é para internacionalizar, porque já é internacional no papel, mas sim para ampliar a pista para poder operar com cargas internacionais. Esse é o xis da questão: existem problemas técnicos, socioambientais e urbanísticos a serem resolvidos e que impedem essa ampliação.

É claro que a região metropolitana de Ribeirão Preto precisa de um aeroporto internacional de verdade mas esse aeroporto não cabe no Leite Lopes. É necessário construir um novo em local adequado.

E essa luta persiste há mais de 20 anos (na verdade desde 1995) mas só o governo estadual é que se recusa a fazê-lo, junto com a turminha do atraso e do puxa-saquismo institucionalizado e provinciano das elites da república dos verdes canaviais.

Por coincidência 20 anos é o tempo que esse atraso de governo de PSDB comanda S. Paulo. Será que é só coincidência ou apenas incompetência de gestão? Ou simplesmente o desejo de facilitar negócios em lugar de prover a infraestrutura de base para o desenvolvimento regional?

Haja paciência!

Vamos lá imprensa, começa logo a falar a verdade sobre o Leite Lopes.

Nada pode ser feito lá enquanto que as demandas judiciais não estiverem resolvidas. E vocês sabem disso: basta ler a própria noticia que vocês mesmo publicaram:

“Só estamos esperando a solução das questões ambientais...”

Puxa a vida! Faz 20 anos que estão tentando e ainda não conseguiram? Será que é assim tão difícil ou porque não conseguem solucionar uma questão porque a solução que querem não é a solução possível?

Se por acaso construírem um aeroporto novo será que esses problemas todos se resolvem? 
Na matéria abaixo, publicada no Jornal A Cidade    no dia 13/05/2017,       fica clara uma direção especifica: o interesse exclusivo nos negócios.

Nenhuma preocupação ou  interesse pelos danos sócio ambientais causados às populações do entorno do Leite Lopes, nenhuma citação sobre os problemas urbanísticos e de mobilidade decorrentes da ampliação de um aeroporto dentro da malha urbana densamente habitada, entre muitos outros temas.  

Só a grana interessa e só interessa a certos grupos específicos! Tanto para a imprensa como para esse grupinhos econômicos, como a população é pobre, não faz parte dos interesses ligados a esse projeto.


Ribeirão Preto e região não tem um aeroporto decente e apropriado, já operando, pela insistência do Governo do Estado apoiado pelas forças politicas mais retrogradas e provincianas de Ribeirão (que chamamos de SLLQC) amparadas no aconchego com uma imprensa incentivada a não discutir o tema. 
SLLQC É o grupo de pessoas e de entidades que, há a 20 anos, insistem em não deixar construir um aeroporto novo para Ribeirão Preto porque, para eles, Só o Leite Lopes a Qualquer Custo lhes interessa, mesmo que  a cidade e a região possam ficar sem Aeroporto Internacional.

Haja paciência: só 20 anos de atraso para Ribeirão Preto que só dispõe de um aeroportozinho de cidade do interior!

domingo, 7 de maio de 2017

Projeto politiqueiro do aeroporto é tema em seminário

"Um dos temas lembrados foi o do aeroporto Leite Lopes e sua 'internacionalização'. Um projeto politiqueiro que há 20 anos desrespeitou o Plano diretor de 1995, que previa um novo aeroporto fora dos limites urbanos, causando a estagnação econômica da região e graves problemas sociais, principalmente ligados aos vazios urbanos e à luta por moradia."


domingo, 7 de maio de 2017 - Postado por 

Seminário 'CaminhosRegularização Fundiária' reúne 90 pessoas no sábado em Ribeirão Preto!


O evento proposto pelo Movimento Livre Nova Ribeirão e realizado pelo Fórum Permanente de Movimentos Populares reuniu cerca de 90 pessoas na manhã deste sábado (06/05/17) em Ribeirão Preto.


O tema 'Regularização Fundiária' é bastante importante dentro da conjuntura social da cidade, onde a luta por moradia popular ganha contornos dramáticos diante da realidade de mais de 90 assentamentos/ocupações urbanas, englobando mais de 20 mil pessoas.

O debate foi rico e profundo, com as contribuições especializadas de Frederico Firmiano (o Fred ), da coordenação estadual do MST, e do arquiteto e urbanista Maurílio Chiaretti, Presidente do SASP (Sindicato dos Arquitetos de São Paulo).



Segundo Fred, em sua fala, a MP 759, do governo Temer, busca dificultar a luta pelo acesso à terra no Brasil e tem, no seu bojo, perigosos mecanismos que podem facilitar a legalização da grilagem no Brasil, beneficiando o grande latifúndio em detrimento do pequeno produtor familiar e do assentado.

Já Maurílio deixou claro em sua fala que Ribeirão Preto não necessita de uma 'nova' lei de regularização, pois esses mecanismos já constam do Estatuto das Cidades e podem estar presentes desde já no Plano Diretor, coibindo a especulação imobiliária e facilitando os programas de moradia popular e regularização das ocupações que ocorrem nos vazios urbanos.

Maurilio Chiaretti

"A luta é muito mais política do que simplesmente ter uma 'lei' que institucionalize as soluções. Os mecanismos para solucionar esses problemas já estão dados, estão no Estatuto das Cidades. A dificuldade é que as cidades se constroem pela lógica do grande capital e não a dos interesses sociais e coletivos", afirmou Maurílio.

 Ricardo Jimenez e Fred


As cerca de 90 pessoas presentes tiveram a oportunidade de fazer questionamentos aos palestrantes e o debate se tornou ainda mais rico. Um dos temas lembrados foi o do aeroporto Leite Lopes e sua 'internacionalização'. Um projeto politiqueiro que há 20 anos desrespeitou o Plano diretor de 1995, que previa um novo aeroporto fora dos limites urbanos, causando a estagnação econômica da região e graves problemas sociais, principalmente ligados aos vazios urbanos e à luta por moradia.



A atual proposta de Plano Diretor está parada na Câmara há dois anos por pressão da especulação imobiliária, que não aceita um artigo que pretende proteger a área de recarga do Aquífero Guarani na zona leste da cidade e pelo próprio caráter do plano que, tecnicamente, traz alguns instrumentos de política urbana que podem coibir a especulação e democratizar o acesso social à propriedade urbana.

O seminário contou com o apoio do blog O Calçadão e tivemos a oportunidade de, mais uma vez, destacar a importância da existência e do fortalecimento do Fórum Permanente de Movimentos Populares como um instrumento de unidade e construção política dos vários segmentos da luta social e popular que o compõem.

"Se olharmos para qualquer paisagem de Ribeirão Preto encontraremos a exclusão social como o ponto mais forte. Nossa luta é para transformar Ribeirão em uma cidade democrática e inclusiva. Inclusiva realmente para todos, sem distinção. Problemas sociais se resolvem com políticas públicas, com ação social, nunca com descaso e repressão. A existência, o fortalecimento do Fórum e a atualização constante de seu documento público são fundamentais para isso", disse Ricardo Jimenez, representando o blog à mesa.



O objetivo do Fórum é promover mais seminários temáticos envolvendo temas dos outros segmentos, a partir das proposições como essa feita pelo Movimento Livre Nova Ribeirão, e manter essa agenda de debates sobre a cidade pela ótica da luta popular.

Fotos e vídeo: Filipe Peres e Paulo Honório


Paulo Honório, o construtor do seminário "Caminhos"

MOHAS, presente!




terça-feira, 18 de abril de 2017

Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído - São Paulo 26/04/17 Participe

Tem gente que acha que ruido de aeroporto não faz mal; tem gente que acha que para se divertir tem que assistir a eventos musicais ruidosos e que todo o mundo tem que suportar numa boa sem reclamar, como por exemplo nos eventos tipo Ribeirão Rodeio Music que são produzidos no Parque de Exposições que não promove nenhuma exposição (só lucro para o empreendedor e para os fornecedores de material para permitir que o publico possa espernear a noite toda sem cansar além de  insônia para os moradores lindeiros) e para os festivos vizinhos que alguns de nós têm a infelicidade de ter.


Sugerimos que vão todos participar do Manifesto do Silêncio pelo Dia Internacional da Conscientização do Ruído.


Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído em São Paulo, Brasil | 26/04/17

Tema INAD Brasil 2017 "Conforto acústico e educação, um bem para você e sua audição"

Local | UMAPAZ - SVMA & Monumento às Bandeiras

Endereço | Avenida Quarto Centenário, nº 1268 - Portão 7A - Parque Ibirapuera – São Paulo/SP

Horário | das 14h00 às 20h30 - Local | Auditório I Araucária

domingo, 26 de março de 2017

Alerta: Na reintegração de posse da Leão & Leão, a prefeitura não pode passar o trator em tudo.

https://ocalcadao.blogspot.com.br/2017/03/alerta-na-reintegracao-de-posse-da-leao.html?spref=fb

Foi a novela da ampliação do aeroporto Leite Lopes que gerou cerca de 20 favelas no seu entorno . Pois os grandes proprietários não sabem até hoje como serão definidas as zonas de exclusão de ruídos (onde não é permitido a moradia de ninguém) e deixaram suas áreas inertes,  o que atraiu as ocupações.


Solução: transferência do aeroporto para outra área que seja adequada para um aeroporto do porte que Ribeirão Preto precisa  e deixar a cidade crescer normalmente onde está situado o aeroporto, evitando os conflitos sociais que hoje estão ocorrendo. 

sexta-feira, 17 de março de 2017

Novo Aeroporto x Ampliação do Leite Lopes

A União acaba de vender 4 aeroportos maiores que o Leite Lopes por 930 milhões de Reais em média. Alguns "especialistas" que apoiam a ampliação do Leite Lopes afirmam que construir um aeroporto novo custa muito caro: mais de um bi.  Se a venda de um inteirinho é de 960 milhões, como pode um novo custar um bi?

E, se para fazer a ampliação do Leite Lopes vai custar entre 400 e 600 milhões dentro da área urbana, será que não seria mais eficiente construir um novo pela bagatela de 930 milhões, em área não urbana, sem causar nenhum dano socioambiental e urbanístico à cidade? Será que Ribeirão Preto e a região metropolitana não merecem esse investimento?

Ou será que estão pensando em gastar dinheiro público, entre 400 e 600 milhões de Reais, para dar um banho de loja no Leite Lopes para depois o leiloarem por uma bagatela para a tal iniciativa privada?

 Aeroportos são arrematados por 3,72 bi
               
Primeiro leilão de concessão do atual Governo ocorreu nesta manhã

Brasília, 16 de março de 2017 – Os quatro aeroportos leiloados hoje (Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza) pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) foram arrematados pelo valor total de R$ 3,72 bilhões, com ágio médio de 93,75%* em relação aos R$ 3,01 bilhões estabelecidos pelo Governo. As quatro propostas vencedoras, somadas, representam a maior contribuição fixa ao sistema aeroportuário.
Após o resultado do certame, o diretor-presidente da ANAC, José Ricardo Botelho, ressaltou a relevância do processo de concessões aeroportuárias para alavancar investimentos e trazer concorrência para oferta de serviços diferentes e com maior qualidade. “A concessão desses quatro aeroportos resultará na gestão privada terminais que representam 12% do total de passageiros processados nos aeroportos do país, o que significa que, 59% dos passageiros do país serão processados nos 10 aeroportos concedidos”, informou.
Os consórcios vencedores deverão pagar 25% do valor da outorga mínima acrescido do ágio ofertado na assinatura do contrato, previsto para o início de agosto. O restante (75% da outorga) será recolhido em favor do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) em parcelas anuais, a partir da data de eficácia do contrato. Serão corrigidas pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IBGE), de acordo com o prazo de concessão de cada aeroporto.
O Aeroporto Internacional de Salvador (BA) foi arrematado pela Vinci Airports (operadora aeroportuária francesa), por R$ 1,59 bilhão, com ágio de 113% maior que o valor estipulado, de R$ 1,240 bilhão. 
O vencedor do Aeroporto Internacional de Porto Alegre (RS) foi a Fraport AG Frankfurt Airport Services, da Alemanha, apresentou oferta final de R$ 382 milhões, montante 852% superior ao valor mínimo de outorga (R$ 123 milhões).
O Aeroporto Internacional de Fortaleza (CE) também foi arrematado pela operadora alemã (Fraport AG Frankfurt Airport Services) por 1,505 bilhão, valor 18% maior que a outorga mínima (R$ 1,44 bilhão).
O vencedor do Aeroporto Internacional de Florianópolis (RS) foi a operadora suíça Zurich International Airport AG, que apresentou oferta final de R$ 241 milhões, montante 58% superior ao valor mínimo de outorga (R$ 211 milhões).
O leilão, realizado pela ANAC e operacionalizado pela BM&FBOVESPA, durou cerca de duas horas e foi disputado pelos três operadores aeroportuários estrangeiros. A disputa pelos quatro aeroportos ocorreu de forma simultânea, para estimular a competição.
Os investimentos previstos para os quatro aeroportos são da ordem de R$ 6,613 bilhões. Destacam-se nesse montante aportes para ampliação dos terminais de passageiros (exceto Florianópolis, que terá um novo terminal), dos pátios das aeronaves e das pistas de pouso e decolagem. Também estão previstos o aumento do número de pontes de embarque e a dos estacionamentos de veículos.
Próximos passos
17/03/2017 – Abertura de documentos de habilitação apenas das proponentes classificadas em primeiro lugar
13/04/2017 - Publicação da ata de julgamento relativa à análise dos documentos de habilitação da proponente classificada em primeiro lugar
25/04 a 02/05/2017 - Prazo para interposição de recursos
23/05/2017 - Publicação do julgamento dos recursos
30/05/2017 - Homologação do resultado e a adjudicação do objeto pela Diretoria da ANAC
28/07/2017 - Convocação para celebração do contrato de concessão de cada aeroporto

Prazos de concessão - Os prazos das concessões são diferenciados por aeroporto: 30 anos para Viracopos, 25 anos para Porto Alegre(RS) e 30 anos para Fortaleza (CE), Salvador (BA) e Florianópolis (SC).  Os contratos só poderão ser prorrogados uma única vez, por cinco anos.


sábado, 4 de março de 2017

Câmara desenterra mais uma CEE da internacionalização. Um lenga-lenga de 20 anos!



Essa semana o vereador Alessandro Maraca reinstalou a CEE da internacionalização do Leite Lopes, que havia sido presidida e encerrada no final de 2016 pelo ex-vereador Ricardo Silva.

É um tema recorrente na política ribeirão-pretana desde 1997 ( e já tratado neste blog aquiaqui e aqui) quando o ex-Prefeito tucano Jábali resolveu desconsiderar o Plano Diretor de 1995, que indicava a necessidade de se construir um aeroporto internacional fora dos limites urbanos, e lançar essa ideia de internacionalizar o Leite Lopes em uma região cercada de bairros populosos e colocar aeronaves de grande porte passando por cima da cabeça dos moradores de Ribeirão Preto.

Criou-se, então, o mito do 'Papai Noel Leite Lopes', a solução de todos os problemas da região do entorno e para a própria cidade.

Um engodo que já dura 20 anos e que já consumiu recursos que poderiam ter levado à construção de um novo aeroporto e à solução do problema urbanístico e de moradia da região, a que concentra o maior número de favelas e ocupações da cidade, gerando investimentos e permitindo projetos que poderiam levar emprego e renda para a região.

Mas não, insistem em um projeto que só gera insegurança jurídica e fuga de investimentos, criando vazios urbanos ocupados pela demanda social.

E quando se pensa que a coisa acalmou, eis que o assunto volta à tona em uma nova comissão de estudos.

Esse projeto é um retrocesso. Há inúmeros problemas que jamais foram mitigados, como os imóveis localizados nas áreas de ruídos. e outros levantados pela comunidade e pelo Movimento Pró Novo Aeroporto.

A administração passada buscou resolver uma parte do problema à força, implementando um programa de remoções forçadas de comunidades que só gerou medo, violência e abusos contra os direitos humanos. Esperamos que isso não se repita nesta gestão.

Esperamos que o vereador Maraca leia com atenção o relatório final da Comissão de Estudos sobre o uso e ocupação do solo do entorno do aeroporto, presidida pelo ex-vereador Beto Cangussu e encaminhada a Maraca pelo atual Presidente da Casa Rodrigo Simões e que o leitor do blog pode encontrar aqui.

Eis o comentário deixado no site oficial da Câmara, que trouxe uma matéria sobre o desenterro feito pelo vereador Maraca, deixado pelo membro do Mov. Pró Novo Aeroporto e nosso companheiro de blog Marcos Sérgio: "Se em lugar de tanta CEE sobre a internacionalização do Leite Lopes, desde 1997, tivessem pleiteado um novo aeroporto que Ribeirão Preto e região merecem e necessitam, esse novo aeroporto já estaria pronto e operando faz muito tempo. E todos os presidentes e membros dessas CEE sabem disso. Sabem também que as verbas da união para a ampliação do Leite Lopes só podem ser aplicadas depois de resolvidas todas as questões judiciais em curso. Que tal pararem de querer aparecer e começarem a lutar pelo direito de Ribeirão ter um aeroporto decente, da mesma forma que Bauru já fez em 1999?".

sábado, 21 de janeiro de 2017

Marcos Sérgio é o novo integrante do blog O Calçadão

Ricardo Jimenez convida Marcos Sérgio

Colocando em prática um dos objetivos do Blog para este ano de 2017, que é o de descentralizar a produção de conteúdo e aproximar ainda mais o blog das questões ribeirão-pretanas, buscando trazer para o leitor as informações e narrativas produzidas nos bairros da cidade, estamos integrando na equipe do blog o líder e ativista social e comunitário Marcos Sérgio.

Marcos é figura de destaque na luta contra a internacionalização do Leite Lopes, atuando há mais de duas décadas junto às comunidades e os bairros do entorno do aeroporto alertando a população sobre o engodo do "papai Noel Leite Lopes", como costuma dizer.

A partir desse mês, Marcos fará a cobertura de todos os bairros do entorno trazendo para o blog a visão, as lutas e o cotidiano da população moradora daquela região da zona norte de Ribeirão Preto.

"Vem aí muito conteúdo e debate político sobre as questões do zoneamento urbano da região, sobre a cobrança de IPTU dentro da zona de ruído do aeroporto, sobre o futuro do parque permanente de exposições e a questão complexa da luta por moradia travada pelas comunidades locais", disse o novo integrante do blog.

Bem-vindo, Marcos!

Equipe O Calçadão

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Tragédia anunciada

  1. Tragédia anunciada: possibilidade de ocorrer acidentes aéreos em Ribeirão Preto se o aeroporto Leite Lopes receber aviões cargueiros pois acidentes sempre ocorrem nos momentos de pousos e decolagens e a pista do aeroporto continuará sendo muito curta.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

DIÁLOGOS COM OS SLLQC

SLLQC É o grupo de pessoas e de entidades que, faz quase 20 anos, com mentiras e marketing insistem em não deixar construir um aeroporto novo para Ribeirão Preto e Só o Leite Lopes a Qualquer Custo lhes serve pois querem ganhar dinheiro rápido mesmo às custas do futuro de Ribeirão Preto. Resultado: o novo não sai, o velho continua engastalhado e Ribeirão continua sem aeroporto decente.

Volta e meia os propagandistas da ampliação do Leite Lopes, como se fosse um fato já consumado, desejado por todos e sem admitir qualquer outra alternativa, prestam declarações pomposas na mídia. Isso quando não é a própria mesma que faz a propaganda.  Essas declarações sempre citam números mirabolantes de grande desenvolvimento que seria provocado pela ampliação do Leite Lopes.

Quando o agente é uma personalidade pública, temos por hábito fazer-lhe  alguns questionamentos, simples e sem lero-lero:  solicitar as provas do que afirmam.  

Bastaria apresentar uma simples planilha ou um memorial de cálculo e demonstrar, por exemplo, como é que a tal internacionalização do Leite Lopes vai conseguir produzir 5.000 empregos e se fosse num aeroporto novo, porque é que esses empregos não seriam gerados.

Não é simples? Quem sabe, sabe, e prova o que afirma.

Mas a resposta é sempre do mesmo tipo: desfilam um amontoado de futilidades recheadas de números pomposos sem conseguirem demonstrar nada e citando como fontes apenas opiniões de entidades em qualquer competência técnica e cientifica para isso. São opiniões que não tem nenhuma consistência nem constam em nenhum dos estudos técnicos que foram elaborados.  

Basta pedir a demonstração dos números, que logo se calam porque não sabem como responder. E não aceitam o debate.

Infelizmente esse é o perfil dos SLLQC, que trabalham incessantemente para que Ribeirão Preto não possa ter um aeroporto decente para atender às presentes e futuras necessidades da região. Se trabalhassem por Ribeirão Preto esse novo aeroporto já estaria funcionando, em área adequada, sem criar problemas socioambientais, logísticos e urbanísticos.

Ano que vem faremos bodas de porcelana, ou seja, 20 aninhos perdidos em tentativas de forçar a ampliação o Leite Lopes onde não é viável técnica, urbanística  e socioambientalmente, para atender interesses políticos e corporativos.

Importante ressaltar que na resposta que foi dada a nossos questionamentos, em nenhum momento são citados os interesses das comunidades do entorno do Leite Lopes mas apenas interesses meramente corporativos. Questionado a esse respeito, a resposta foi o silêncio.

Imaginávamos que, por dever de oficio, após a provocação feita, logo estaria marcando uma reunião com os moradores  do entorno para conhecer as suas reivindicações.

O povo que mora no entorno do Leite Lopes é pobre. Para certos setores políticos o povo, se é pobre, não tem direitos e muito menos o  direito à cidadania se “isso” atrapalhar os negócios.

A seguir, a troca de correspondência eletrônica com um dos deputados estaduais que representam a nossa região, com a omissão de nomes para evitar constrangimentos ou maus entendidos com as partes envolvidas, já que o que está em causa são os conceitos e não as pessoas. 


NOSSO PEDIDO DE ESCLARECIMENTOS

Exmo. Sr. Deputado
XXX


Recentemente, V. Exa. em reportagem publicada no Jornal A Cidade (Ribeirão Preto) no passado dia 18/11/2016, afirmou que a internacionalização do aeroporto Leite Lopes iria gerar 5.000 empregos diretos.

Na minha condição de cidadão e de líder comunitário da região do Aeroporto Leite Lopes, morador e conhecedor de todas as propostas feitas nos últimos 20 anos reportando-se a esse tema de forma tão avassaladora de desenvolvimento social para o entorno do Leite Lopes, com promessas de grandes investimentos sociais, geradores de emprego e renda, permita-me questionar V. Exa. nos seguintes itens:

1          V. Exa. confirma tal informação?
2          Qual a fonte em que foi baseada tal afirmação?
3          Tem como demonstrar esses números de empregos, por exemplo, disponibilizando alguma planilha e respectiva fonte?
4          Quais as categorias desses empregos diretos?
5          Quais as quantidades de empregos a serem gerados por cada categoria?
6          Em qual período (anos) serão gerados esses 5.000 novos empregos?
7          V. Exa. tem conhecimento que existem diversas demandas judiciais em curso que impedem a ampliação da pista do Leite Lopes até solução final?
7          Demais esclarecimentos que V. Exa considere relevantes para melhor entendimento das benfeitorias sociais provenientes da ampliação do Leite Lopes.

Em meu nome pessoal e no dos moradores do entorno do Leite Lopes  agradecemos a atenção e aguardamos os seus esclarecimentos que são muito importantes para esclarecer as nossas expectativas  considerando que V. Exa., na qualidade de deputado estadual, deve ter acesso a informações que o cidadão comum desconhece.

RESPOSTA DO DEPUTADO XXXXXX A NOSSO PEDIDO DE ESCLARECIMENTOS

Caro XXX, agradeço seu contato e atenção com o complexo Jardim Aeroporto. Demonstra claramente grande senso de cidadania e espírito de coletividade social, parabéns! Minha obrigação, como agente público eleito pela população, é esclarecê-lo sobre meu posicionamento.
O Aeroporto Leite Lopes é o único que possui voos regulares comerciais no nordeste paulista, atendendo prioritariamente a Região Metropolitana de Ribeirão Preto, tendo sua abrangência expandida até para outros estados, como a região sul de Minas Gerais, impactando aproximadamente 4 milhões de habitantes.
Como o senhor reporta, já faz muitos anos que esse assunto é discutido e amplamente debatido. Eu, como deputado estadual eleito por nossa região, sempre tive grande atenção na internacionalização do aeroporto Leite Lopes. Desde que fui eleito e tomei posse em 2015, participei de reuniões de estudos em Ribeirão Preto, São Paulo e Brasília com representantes da ACI, SINCOVARP, CIESP, TEAD BRASIL, SECRETARIA ESTADUAL DE TRANSPORTES E LOGÍSTICA, SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES e PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Esses dados, como a geração dos cinco mil empregos, foram apresentados e divulgados (até publicamente) por técnicos ligados a estas instituições.

Temos também em mãos outros estudos que compravam a necessidade:
·       Elaborado por Mozart Mascarenhas Alemão, ex-superintendente e especialista em projetos aeroportuários. No levantamento é revelado que o governo do Estado de São Paulo deve investir com urgência no aeroporto Leite Lopes para que possa atender a demanda atual de passageiros. O estudo ligado à FDTE (Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia) ocorre no sobre a internacionalização do aeroporto local. Segundo o especialista, o terminal precisa ser ampliado em três vezes para oferecer conforto aos passageiros. Pelo estudo, o ideal é que seja aumentado para 12,5 mil m², ante os 3,8 mil m² atuais. "A atual estrutura comporta apenas um terço dos passageiros. Isso significa 400 mil passageiros por ano".
·       Segundo a Inteligência de Mercado Urban Systems, o Aeroporto Leite Lopes, é o segundo terminal aeroportuário regional com maior potencial de desenvolvimento econômico no país, devido aos fatores como infraestrutura e localização, transporte de passageiros, transporte de cargas, hospedagem e varejo e educação. Foi criado o Índice de Qualidade Mercadológica (IQM), uma metodologia que leva em consideração aspectos como informações comerciais, urbanísticas, econômicas e infraestruturais dos impactos da atividade portuária na região estudada, objetivando aferir o desempenho de cada equipamento. Entre os aeródromos regionais que movimentam mais de 300 mil passageiros por ano, o Aeroporto Leite Lopes foi o que registrou o terceiro maior crescimento: 9,5% a mais que em 2014. Tal crescimento, justifica ainda mais, o investimento de R$ 541 milhões aos cofres dos governos federal, estadual e municipal, que visam ampliar a estrutura, conforto e segurança.
Demonstro ao senhor a conclusão do Ciesp acerca do assunto: “O Aeroporto Internacional de Cargas será um indutor de desenvolvimento regional, os setores mais beneficiados serão a indústria calçadista de Franca, os fabricantes de equipamentos tecnológicos de São Carlos e de Araraquara, e os de componentes médicos-odontológicos e implementos agrícolas instalados em Ribeirão Preto, SertãozinhoJaboticabal, e em Batatais. O Ciesp - Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, estimam que o terminal de cargas poderá movimentar U$ 1 bilhão/ano, após 5 anos do início da movimentação e operações comerciais.

Juntamente com o deputado federal Baleia Rossi e o prefeito eleito Duarte Nogueira, conseguimos neste mês, através de compromissos do Presidente da República, Michel Temer, e do Ministro dos Transportes, Maurício Quintela Lessa, a recolocação da prioridade da execução das obras do aeroporto Leite Lopes.

O projeto atualizado é: fatiar em fases as obras, numa primeira etapa de ampliação já em 2017, estão previstos investimentos na ordem de R$ 80 milhões. Que consiste na ampliação de 3,6 mil para 12 mil metros quadrados o terminal de passageiros, recuperar a pista de ligação e o pátio de aeronaves. Estas obras permitirão que o aeroporto comece a operar alguns voos de carga internacionais, mas com restrição.

Em relação a Prefeitura Municipal, desde 2009, é afirmado que vem erradicando núcleos de favelas no entorno do aeroporto. As famílias são encaminhadas para apartamentos da CDHU.

O maior impasse das obras é em relação a curva de ruídos, que inclusive entrava no DAESP. É aguardado o término do estudo realizado pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) sobre a curva de ruído no entorno do aeroporto, para iniciar o processo de internacionalização do Leite Lopes. De acordo com informação que obtemos, esse estudo está em fase de conclusiva.

Conforme portaria do Comando da Aeronáutica, de 30 de dezembro de 2002, assinada pelo então comandante Carlos de Almeida Baptista, o Aeroporto Leite Lopes já está "habilitado ao tráfego aéreo internacional de cargas", sendo que a empresa privada TEAD do Brasil já habilitada em operar o terminal de cargas.

Portanto, caro XXX, é uma questão importante para o desenvolvimento regional tal internacionalização.

Cá entre nós, sabemos que a construção de outro aeroporto em outro local é inviável, nesse momento, politicamente e economicamente. Avalio que não podemos perder essa oportunidade de desenvolvimento econômico e social que nos aguarda com a internacionalização.

Claro que os moradores do complexo Jardim Aeroporto têm minha total e ampla atenção. Meu compromisso firmado é ficar atento para evitar qualquer ação que possa lesar os direitos desses cidadãos que tanto estimo. Para isso, entre outras medidas que já tomo, conto com sua atenção e contato próximo para qualquer alerta. Devemos sempre estar dispostos a analisar todos os lados e evitar que alguém seja injustamente prejudicado.

Muito obrigado, um grande abraço e fique com Deus.
Dep. Estadual
xxx


NOSSA REPLICA AOS “ESCLARECIMENTOS” DO DEPUTADO XXXXXX, sem resposta até hoje:

Agradeço a V. Exa. as informações fornecidas. Na minha qualidade de representante e interlocutor de uma comunidade levei as informações para em conjunto as  analisarmos e podermos discuti-las.

A primeira reação foi a de apreço pela sua participação, lembrando, porém, que todas as suas informações tem como base reuniões com representantes da ACI, SINCOVARP, CIESP, TEAD BRASIL, SECRETARIA ESTADUAL DE TRANSPORTES E LOGÍSTICA, SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES e PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA mas, nós que moramos no entorno do Leite Lopes muito antes dele ser transformado de simples aeroclube em aeroporto, nunca fomos chamados para participar dessas reuniões.

No entanto, achamos que nós, os moradores do entorno do Leite Lopes, somos os maiores interessados e as entidades acima citadas apenas se preocupam com negócios e lucro.

A comunidade lembra que em 1995, a Lei Complementar 501/95 no seu art. 29, inciso X, exigia que o Leite Lopes fosse relocado e em 2008, quando foi feita a única  audiência púbica sobre a ampliação, além de ter ficado demonstrado que essa ampliação não era tecnicamente possível (o Estudo de Impacto Ambiental foi invalidado porque foi considerado de má qualidade), toda a comunidade foi unânime em não querer o aeroporto na nossa vizinhança, muito menos ampliado.

Todos os estudos citados por V. Exa. não demonstram a necessidade de ampliação do Leite Lopes mas sim que a região metropolitana necessita de um aeroporto adequado às suas necessidades. Como a ampliação do Leite Lopes já ficou demonstrada técnica, socioambiental e economicamente inviável, resta-nos a alternativa de construção de outro aeroporto, ficando Ribeirão Preto e região dispondo de 2 aeroportos, tal como outras cidades do estado de S. Paulo como Bauru, por exemplo.

Conforme V. Exa. confirma “Segundo o especialista, o terminal precisa ser ampliado em três vezes para oferecer conforto aos passageiros. Pelo estudo, o ideal é que seja aumentado para 12,5 mil m², ante os 3,8 mil m² atuais. " se é necessário ampliar os Terminais, se também é necessário ampliar as pistas e também o pátio de aeronaves, então estamos falando de um aeroporto novo, cujo custo adicional é apenas o do terreno.

Neste caso, como é que a construção de um aeroporto novo pode ser inviável economicamente? E o que significa ser inviável politicamente, se o interesse e o bem-estar das populações não estão sendo levados em conta?

Como pode ser inviável economicamente se é tecnicamente inadequada a localização atual do Leite Lopes?

Ribeirão Preto não merece o respeito necessário a ter um aeroporto decente que possa receber futuras ampliações e tenha que se contentar com um aeroporto medíocre só porque a ACI, SINCOVARP, CIESP, TEAD BRASIL têm interesse econômico especifico para o Leite Lopes atual?

Agradecendo mais uma vez a atenção de V. Exa. gostaríamos de reportar que nenhum de nossos questionamentos foi respondido.