domingo, 10 de setembro de 2017

OS SLLQC INSISTEM EM SER INCOERENTES. PORQUE SERÁ?

SLLQC É o grupo de pessoas e de entidades que, há a 20 anos, insistem em não deixar construir um aeroporto novo para Ribeirão Preto porque, para eles, Só o Leite Lopes a Qualquer Custo lhes interessa, mesmo que  a cidade e a região possam ficar sem Aeroporto Internacional.

No passado dia 8/9/2017 o jornal A Cidade emite mais um de seus Editoriais “Fenomenais” sobre o Leite Lopes. Vamos ver um pequeno trecho:

Mais um alerta com relação às condições do aeroporto Leite Lopes de Ribeirão Preto. Entre os 5 aeroportos mais movimentados do Estado, foi ele que registrou o maior número de acidentes durante pousos e decolagens nos últimos 10 anos. Quem indica isso é o Relatório do CENIPA – Centro de Investigação de Acidentes – que acaba de ser divugado.

E prossegue:

Os pilotos complementam as  estatísticas reclamando das condições da pista principalmente pela curta extensão e pela presença de urubus [..] quando se chocam com as turbinas das aeronaves.  Também há risco quando chove.
[...]
Como se isso tudo não bastasse, ainda há sempre a questão da localização do aeroporto, considerada inadequada, porque é muito proxima do centro urbano, reproduzindo, guardando as diferenças, as mesmas condições de Congonhas em S. Paulo.

Aqui devemos lembrar que a pista do Leite Lopes (2100m x 45m) é maior que a pista de Congonhas (1940m x 45 m e 1435 m x 45 m na auxiliar) logo menos insegura que a deCongonhas.

Lembramos também que o Leite Lopes não está proximo do centro urbano mas sim inserido em área urbana densamente povoada, portanto em condições análogas às de Congonhas, aeroporto sempre dado como exemplo do possivel mas que, na verdade, é o exemplo do que nunca mais se deve fazer em termos de aeroportos.

Nem precisamos ser especialistas. Basta sermos razoavelmente inteligentes para entendermos que tanto Congonhas é inadequado como, por isso mesmo, não podemos permitir que o Leite Lopes possa seguir o mesmo mau exemplo.

E como o Leite Lopes está inserido em área urbana, está sujeito a muitos outros riscos tais como crianças empinando pipas e invadindo a pista colocando em risco as operações de pouso/decolagem das aeronaves, riscos à segurança de voo de alguns tipos de aeronaves por causa dos fios das pipas, furtos dos equipamentos de segurança de voo e da própria cerca de divisa, além de expor a população do entorno ao risco de Saúde Pública pelo ruido aeronáutico excessivo, etc., etc. e etc.

Será que o CENIPA é um órgão amador, ao qual não se deve dar muita atenção?

E qual foi a conclusão do Editorial “Fenomenal”?

Agora que temos a verba para a internacionalização, vamos torcer para que ela saia do papel o mais rapidamente possivel. Esta novela precisa ter um final feliz. O aeroporto tem que decolar

De que final feliz o editorialista se refere? Ao acidente de 1996 (96 mortos) ou ao acidente de 2007 (199 mortos) ocorridos em Congonhas, por ser um aeroporto localizado em área urbana, com pista curta e perigosa quando chove?

Senhor Editorialista do jornal A Cidade:

Mais respeito para com os passageiros e tripulantes dos aviões que usam o Leite Lopes;
Mais respeito para com os moradores do entorno do Leite Lopes;
Mais respeito para com a cidade de Ribeirão Preto e região metropolitana que merece um novo aeroporto que seja decente, apropriado e adequado e apto a ser ampliado conforme aumentar a demanda de uma região que deverá deixar de ser administrada por mentes provincianas, para se tornar cosmopolita. E com o Leite Lopes, não dá!


CONGONHAS EM RIBEIRÃO, NÃO!

         JORNALISMO SEM SERIEDADE TAMBÉM NÃO!



sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Carta aos Prefeitos da Região Metropolitana


Prezado Senhor Prefeito

Como é do conhecimento geral, o Brasil, por ser um país continental, onde o desenvolvimento já acontece em todos os recantos, necessita de um modal de transporte que  seja eficiente,  rápido e  econômico  que não  se  restrinja ao triangulo
Rio - S. Paulo - Brasilia. Esse modal, se duvida nenhuma é o transporte aeroviário.

Esse modal não tem recebido a atenção necessária e por isso temos numerosos aeroportos sem capacidade de utilização adequada e eficiente por não ser possível a sua adequação a uma operação segura das necessidades presente e futuras das regiões por eles abrangidas.

Maior a necessidade de um aeroporto realmente funcional para todas as Regiões Metropolitanas que, no nosso caso, se refere à capacidade do Leite Lopes poder atender às necessidades presente e futuras do desenvolvimento da nossa macroregião.

Uma análise simplificada indica que não porque o Leite Lopes pode ser um excelente aeroporto regional mas apenas isso, por falta de condições de ser ampliado e atender a novas e maiores demandas.

(É claro que não estamos levando em conta as questões socioambientais e de segurança que existem com a permanência do Leite Lopes no local atual e que estão sendo discutidas no Judiciário)

As obras anunciadas pelo Governo Federal resumem-se à sua adequação a um trânsito e operação mais adequados para o Leite Lopes se transformar num aeroporto regional, com a ampliação do terminal de Passageiros de forma a atender as futuras demandas e também a acessibilidade de embarque/desembarque por meio das pontes móveis.

Qualquer ampliação para novas operações, como por exemplo de cargas, está impedida por razões judiciais e físicas (um aeroporto de cargas pleno não cabe no espaço físico disponível no local).

Todas as análises técnicas sobre a permanência do Leite Lopes no local atual demonstraram a sua impossibilidade. Mas se permanecermos com essa politica ficaremos ou com a insegurança de um Congonhas ou com a impossibilidade física de ampliação como acontece com Guarulhos.

A politica atual de remendar o Leite Lopes para aeroporto de cargas não passa de uma tentativa de beneficiar apenas alguns interesses empresariais sem nenhuma preocupação com os interesses maiores de possibilidades de atender às demandas futuras de desenvolvimento da Região Metropolitana.


Portanto, senhor Prefeito, torna-se necessário passar por cima dos interesses menores e da pequena politica que impede a região de ter um aeroporto adequado para a RMRP, vimos pelo presente sugerir a Vossa Excelência que se digne avaliar a possibilidade de recomendar ao Conselho de Desenvolvimento da RMRP, quando de reunião com pauta sobre modal transportes, a contratação de uma empresa especializada para elaboração de um estudo de viabilidade técnica para implantação do Novo Aeroporto  para atender a Região Metropolitana e que permita futuras expansões para atender às futuras demandas, inclusive para uso de cargas internacionais e que esteja planejado para  impedir problemas sócio ambientais.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

OS SLLQC ESTÃO EUFÓRICOS E EM ESTADO DE NIRVANA

JÁ VÃO PODER FAZER COMPRAS NA 25th, March Street em Maimi

SLLQC É o grupo de pessoas e de entidades que, há a 20 anos, insistem em não deixar construir um aeroporto novo para Ribeirão Preto porque, para eles, Só o Leite Lopes a Qualquer Custo lhes interessa, mesmo que  a cidade e a região possam ficar sem Aeroporto Internacional.

Para não perder o hábito do que já é habitual, novamente se repete  a lengalenga da ampliação do Leite Lopes e de sua internacionalização. Discurso enfadonho e repetitivo para mostrar serviço visando às eleições de 2018.

Como sempre essa é a manchete da imprensa mas, sempre existe um “mas” neste negócio do Leite Lopes: quando se lê a noticia, não existe nenhuma ampliação para a internacionalização  mas sim adequações para transformar  o Leite Lopes num aeroporto regional decente.

O estranho é que desde que se falou em ampliar o Leite Lopes, em 1997, a única coisa que constava do projeto era a ampliação da pista. Outras questões, tais como a segurança e o conforto dos passageiros não tinha a menor importância.

Agora descobriram que o pátio de combustíveis era inadequado e precisava de melhorias e que para a aviação moderna de passageiros era necessário também aumentar o pátio de aeronaves e colocar pontes de embarque para que os passageiros possam embarcar e desembarcar em dias de chuva sem precisar de colocar galochas e abrir o guarda-chuvas.

Porque é que nunca perceberam isso antes? Porque o objetivo era apenas e exclusivamente o de abrir o Leite Lopes para voos internacionais de carga para atender a interesses empresariais específicos e não aos interesses da cidade e muito menos da região que hoje é metropolitana.

É o principio filosófico do neoliberalismo: viva a grana e danem-se as pessoas!

A ampliação do Terminal de Passageiros deve-se a que o  Movimento Pro Novo Aeroporto, após a última ampliação  - que foi tão cantada em prosa e verso pela imprensa local e pela ex-prefeita hoje presidiária – denunciou ao Ministério Público que essa ampliação não estava em conformidade com as normas de acessibilidade e não atendiam às necessidades dos usuários, vulgo passageiros.

Foi instaurado inquérito, foi feita pericia técnica e, milagre dos milagres, um monte de políticos assumiu a paternidade da adequação do Terminal de Passageiros à qual chamam de ampliação e internacionalização do aeroporto. A ampliação vai incluir as pontes móveis para acesso às aeronaves. No futuro próximo, os cadeirantes não precisarão mais de embarcar/desembarcar no colo de ninguém. 

Cidadania garantida mas sempre esquecida pelos menestréis da ampliação do Leite Lopes. Quem se importa com cadeirante, idoso, etc. se não dá lucro nem notícia? Para esses administradores pessoa com deficiência é apenas embrulho que se põe nas costas e se carrega.

É o principio filosófico do neoliberalismo: viva a grana e danem-se as pessoas!

Mas a ampliação da pista está impedida. Não vai ter nem mesmo financiamento pela União, porque já foi informada que enquanto os imbróglios jurídicos e judiciais dessa ampliação - transvestida de deslocamento - não estiverem todos resolvidos, a grana não sai. E quem disse isso foi o Ministério Público Federal.

Também não fizeram nem mesmo o projeto do tal mergulhão, ou seja, o rebaixamento da Av. Antonio Albert Whatelly para que a pista de pouso passasse por cima.  Projeto excelente para facilitar arrastões para a bandidagem, como acontece nos tuneis do Rio de Janeiro, e de piscinão na época das chuvas interditando uma das principais vias de acesso dos bairros, como acontece, por exemplo, com os tuneis em S. Paulo.

Estavam querendo que nós esquecêssemos da obrigatoriedade da elaboração do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) mas não esquecemos e fizemos a exigência, inclusive à própria prefeitura.

Eles sabem que o EIV nunca poderá ser aprovado. Pelo menos se for levado em conta a obrigação de garantir a cidadania dos seus infortunados usuários, principalmente pedestres e ciclistas. Mas isso não interessa aos políticos locais nem à imprensa, sempre engajada na defesa dos interesses ligados ao Leite Lopes ampliado, esquecendo-se de que além dos negócios existem alguns pequenos detalhes a serem levados em conta: a dignidade e cidadania das pessoas e a que cidade não é um balcão de negócios mas sim onde pessoas moram, vivem e trabalham.

Os políticos oportunistas e a imprensa repetem papagueando que a tal ampliação pretendida, mas não alcançada, para internacionalizar o Leite Lopes irá trazer empregos mil, empresas mil, tecnologias mil, uma verdadeira benção de empregos, mas sempre se esquecem de dizer quais serão esses empregos, quais as qualificações necessárias e que tipo de empresas milagrosas irão se estabelecer no entorno do aeroporto, já que ele é ocupado por uso residencial misto.

É a propaganda enganosa do velho Papai Noel Leite Lopes tão propagada despudoradamente pelos SLLQC desde 1997, faz 20 anos, mas que não consegue convencer ninguém.

Mas alguns jornalistas, na culminância de seus  conhecimentos, chegam a afirmar que produtos que são exportados pelo porto de  Santos passarão a sê-lo pelo Leite Lopes. Falta saber se essas afirmações bombásticas são por ignorância ou por má-fé mesmo: por avião só são despachados produtos com alto valor agregado. Os outros vão de navio e embarcam, por exemplo, em Santos.

Um certo ministro, irritado, já deu uma aula dessas à ex-prefeita-hoje-presidiária. Esses jornalistas parecem não terem lido a noticia que eles mesmos publicaram.

Algumas pessoas desavisadas e mal informadas, acreditam que vão para Miami fazer compras na 25 de março de lá, embarcando no Leite Lopes. Não vão, não. A internacionalização do Leite Lopes já está outorgada faz muito tempo e é apenas para cargas.

De qualquer forma, uma coisa boa aconteceu com essa noticia das adequações do Leite Lopes para aeroporto regional, transvestida pela propaganda SLLQC de ampliação:

Alguns SLLQC entraram em transe, chegando a Nirvana ou na histeria do arrebatamento transcendental.

Pelo menos uma coisa boa pode acontecer para Ribeirão Preto com todo esse projetaço que de 500 milhões foi reduzido para 80 milhões: a prefeitura vai melhorar o sistema viário de duas avenidas.  Já é um bom progresso para uma cidade vitimizada por tanta incompetência administrativa faz várias administrações sucessivas.

QUEREM FAZER DO LEITE LOPES UM AEROPORTO INTERNACIONAL DE CARGAS MAS NÃO CONSEGUEM NEM CONCLUIR UMA CERCA NO ENTORNO QUE IMPEÇAM AS CRIANÇAS DE ENTRAR PARA EMPINAR PIPA OU LADRÕES DE ROUBAREM A PROPRIA CERCA.



quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Moradores da região do aeroporto querem que reformas atendam regras de segurança

Governo Federal liberou R$ 88 milhões para ampliação de terminal de passageiros e reformas na pista do Leite Lopes

Integrante do Movimento Pró-Novo Aeroporto diz que termo assinado por políticos visa as eleições de 2018

   
Integrantes do Movimento Pró-Novo Aeroporto de Ribeirão Preto acreditam que a assinatura do acordo para liberação de verba para o Leite Lopes, assinado nesta quinta-feira, 24, pelo presidente Michel Temer (PMDB), em Brasília, é “discurso para mostrar serviço”, em razão da proximidade das eleições, que acontecerão em 2018.
O secretário da associação de moradores da região do aeroporto, Marcos Valério Sérgio, que faz parte do Movimento, acredita que a utilização do Leite Lopes pode causar riscos de segurança em razão do grande porte das aeronaves, já que temem acidentes como o da TAM, no aeroporto de Congonhas, que completou 10 anos em julho passado.
“Esse é o famoso discurso para mostrar serviço às vésperas das eleições. Não é a primeira vez que falam que a verba está chegando. Já se falou disso antes. Se vai vier essa verba, porque, então, não se resolve a questão das normas de segurança do aeroporto, que estão previstas desde 1997?”, questiona Sérgio, ao se referir a reclamações dos moradores sobre a proximidade da pista com as ruas do entorno do aeroporto.
“Não é uma cerca que vai segurar uma aeronave, se ela derrapar”, complementa o morador, que junto com outros membros da associação entrou com um ação na justiça questionando a licença ambiental cedida pela Cetesb que permite a ampliação da pista do aeroporto.
Os moradores do bairro alegam que não foi exigida a “elaboração de um estudo ambiental adequado”, que fez até o Ministério Público Federal (MPF) fazer uma recomendação à Secretaria de Aviação Civil (SAC), para que a pasta evite fazer qualquer aporte financeiro à obra até que tudo esteja resolvido.
Porém, essa recomendação não atrapalha as reformas na pista e no terminal de passageiros do aeroporto, como previsto no termo de compromisso para liberação de R$ 88 milhões para modernização, assinado nesta quinta.
O autor da recomendação, o procurador André Menezes, disse que esses recursos não violam a recomendação, que ainda é válida, pois eles não atingiriam as restrições, que são as questões que estão em litígio na justiça, envolvendo licença ambiental, pois esses R$ 88 milhões serão destinados para ampliação do terminal de passageiros, de 3,2 mil m² para 12 mil m², além da recuperação da pista e reforço do pavimento do pátio de aeronaves.
https://www.revide.com.br/noticias/cidades/moradores-da-regiao-do-aeroporto-querem-que-reformas-atendam-regras-de-seguranca/
Foto: Arquivo Revide


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Moradores da região do Leite Lopes receberão identificação de zona de ruído

Medida pode auxiliar a vizinhança do aeroporto a requerer descontos no IPTU


   
Os moradores da região do Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto, contarão com um aliado para conseguirem descontos no Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU). Isso porque os carnês do imposto passarão a contar com informações sobre a localização do imóvel na zona de ruído do aeroporto a partir de 2018.
Moradores do Jardim Aeroporto reclamam que o município não considera a insalubridade daqueles que vivem dentro da Zona de Ruídos I e II - as áreas mais próximas da pista de decolagem. Isso significa que mesmo vivendo nestas áreas, recebem a cobrança do IPTU similar ao de moradores da Zona de Ruídos III, que, teoricamente, viveriam em uma região menos afetada pelo barulho da movimentação do Aeroporto Leite Lopes.
Essa já é uma reivindicação antiga dos moradores do bairro, que consideram injusta a forma como a organização é feita atualmente, em que só sabem sobre o posicionamento do imóvel quando vão atrás da regularização. Eles apontam que nem sempre têm as informações quando começam a construção das casas.
“É uma luta histórica, porque passa a ser informação de domínio público. Quem compra terreno aqui quer construir sua casinha, não vai se preocupar inicialmente em regularizar. A dor de cabeça vem depois. Isso é resultado da pressão, porque a regularização dá muitos prejuízos aos moradores. Correr atrás de todo esse processo é injusto”, comenta o morador e secretário da associação de moradores da região do aeroporto, Marcos Valério Sérgio.
O diretor do departamento tributário da Secretaria da Fazenda, Marcos Furquim, explica que os donos dos imóveis que se enquadram nestes casos já podem acionar dispositivos existentes para requerer o desconto no valor do metro quadrado do terreno, que deverá ser pleiteado pelo proprietário do imóvel. Após a análise técnica, é indicado o coeficiente de desconto.
Agora, os moradores que querem saber se se enquadram em uma das zonas de ruídos precisam aguardar a Secretaria de Planejamento receber a Homologação das alterações da nova curva de Ruído do Leite Lopes, realizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para atualizar as informações. Atualmente, o modelo utilizado é o referendado pela agência ainda nos anos 1980.
Foto: Arquivo Revide
https://www.revide.com.br/noticias/cidades/moradores-da-regiao-do-leite-lopes-receberao-identificacao-de-zona-de-ruido/ 

domingo, 18 de junho de 2017

Eventos Putz no Parque de Exposições de Rib Preto

Evento: PUTZ
PUTZ é o nome dado evento promovido por empresários espertos com grave perturbação do sossego das comunidades do entorno e com o beneplácito do poder público.
Por Jose Gomes Potiguar 

#
GovernoForte
 é um Governo de #PulsoFirme !
Maratona de shows constante no Parque de Exposições! #RibeirãoPreto - No local pouco ou nenhum retorno aos serviços sociais para população carente.
#Parque de #Exposições a serviço da iniciativa privada. 17 de junho de 2017.
#Hoje a noite acontece o Evento Privado a Grande Chopada. 
As internas do Parque abandonada, onde a população da região do complexo aeroporto, bairros do entorno está refém do Barulho para eventos de natureza privada. Juntos Podemos perguntar​ que não é crime, quanto se arrecada nesta maratona de eventos ?!
Haja vista onde estas realizações que não condizem um retorno benefício com o fortalecimento para comunidade local, há anos vem se tornando abusiva, não cabíveis as normas do silêncio, bem como um alicerce com mais visibilidade dos serviços públicos.
Por isto, os grandes eventos acontecem de forma agressiva aos ouvidos da população, bem como, não há limites que venha trazer a tranquilidade pública nesta época ou período do ano, nos finais de semana, de uma forma mais respeitosa, e que, eles também obedeça os seus limites do barulho, no tocante ao som distribuído e também propagado por esses eventos particulares.
Na região leste da cidade que se encontra este equipamento urbano que no passado era gerido pela CODERP. E naquelas épocas passadas, o Parque de Exposições onde era palco de grandes eventos da agropecuária denominada a Festa da Alta Mogiana, FEAPAM e outros e eventos deste nível.
#A situação do Parque de Exposições hoje, está no gerenciamento da Secretaria de Esportes.
#No entanto, percebemos o porquê de governo municipal fraco com as coisas pública da cidade.
#A disposição e situação do Parque de Exposições no momento está nas mãos da iniciativa privada para seus eventos pessoais e mega-shows sertanejos e outros onde de tudo acontece no local.

Comentários do face:
01Moro no Jardim Interlagos, e escutamos, os cantores, e as bandas tocarem. Imagino como é lá perto!
02 - No Jd Aeroporto é um inferno. Todavia, a PM prevarica pois disse que o alvará pode fazer barulho pois tem alvará da Prefeitura. Pior ainda é o juiz que cuida do processo ( o Ministério Público promoveu ACP) pois sentou em cima do mesmo (lobby do poder economico),
03 - Isso é uma desgraça pra nossa região muito 
04 - Vamos fazer um grande abaixo assinado contra isso é levar ao ministério público
05 - 03 Abaixo assinados foram feitos pela população local a cerca de 10 anos e entregues aos Promotor da Habitação que abriu ação na justiça, mas o juiz que cuida do processo sentou em cima do processo (não julga deixa em pausa eterna) devido ao lobby do poder economico.

Talvez um novo movimento (pressão-abaixo assinado) possa estimular o promotor a cobrar o juiz.



terça-feira, 30 de maio de 2017

Moradores da região do Leite Lopes pedem que Câmara volte a discutir ampliação

Movimento acredita que relatório elaborado por CEE da Casa em 2016 não respondeu ao questionamento dos moradores

Moradores da região do Aeroporto Leite Lopes, na Zona Norte de Ribeirão Preto, querem que a Câmara Municipal reabra a Comissão Especial de estudos (CEE) para avaliação do Uso do Solo do Entorno da região em que o aeroporto está instalado. Eles alegam que a não reeleição do presidente da comissão para a Câmara deixou o relatório elaborado inerte.
De acordo com o Movimento Pró Novo Aeroporto, que acompanhou a CEE na legislatura passada, então presidida por Beto Cangussú, ela foi terminada com ressalvas, em razão da não continuidade das discussões sobre a situação na Casa.
“Essas ressalvas consistiram na falta de oportunidade de alguns temas serem abordados e outros não foram respondidos pelas autoridades competentes por falta de tempo útil”, afirma o presidente da associação dos moradores do bairro, Marcos Sérgio.
Ele alega que áreas verdes na região do aeroporto não foram consideradas no laudo da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) que emitiu a licença ambiental para o empreendimento, o que foi contestado pelo Ministério Público no ano passado.
Além disso, eles reclamam que um prédio no qual funcionava uma base da Polícia Militar está abandonado e está depredado e ainda reclamam da insegurança na região, causada pela falta de iluminação pública na Avenida Thomaz Alberto Whatelly, no trecho em frente ao aeroporto. O movimento aponta riscos de atropelamentos na região, já que em alguns trechos da pista não contam com calçadas e guias.
Foto: Arquivo Revide/Ibraim Leão





























































































































































































































































































































































quarta-feira, 17 de maio de 2017

A NOVA VELHA FALSA PROMESSA DE NOVO

Mais uma vez a imprensa de Ribeirão Preto confirma a quem serve. O deputado Baleia Rossi para mostrar que é muito pro-ativo faz publicar a noticia de que, através do Secretário Geral da Presidência – Moreira Franco – vai conseguir liberar 80 milhões de Reais para viabilizar as obras de internacionalização do Leite Lopes.


A imprensa simplesmente publica sem nenhuma discussão ou mostrar outros viés dessas declarações que pecam pela sua impossibilidade objetiva.

Não é para internacionalizar, porque já é internacional no papel, mas sim para ampliar a pista para poder operar com cargas internacionais. Esse é o xis da questão: existem problemas técnicos, socioambientais e urbanísticos a serem resolvidos e que impedem essa ampliação.

É claro que a região metropolitana de Ribeirão Preto precisa de um aeroporto internacional de verdade mas esse aeroporto não cabe no Leite Lopes. É necessário construir um novo em local adequado.

E essa luta persiste há mais de 20 anos (na verdade desde 1995) mas só o governo estadual é que se recusa a fazê-lo, junto com a turminha do atraso e do puxa-saquismo institucionalizado e provinciano das elites da república dos verdes canaviais.

Por coincidência 20 anos é o tempo que esse atraso de governo de PSDB comanda S. Paulo. Será que é só coincidência ou apenas incompetência de gestão? Ou simplesmente o desejo de facilitar negócios em lugar de prover a infraestrutura de base para o desenvolvimento regional?

Haja paciência!

Vamos lá imprensa, começa logo a falar a verdade sobre o Leite Lopes.

Nada pode ser feito lá enquanto que as demandas judiciais não estiverem resolvidas. E vocês sabem disso: basta ler a própria noticia que vocês mesmo publicaram:

“Só estamos esperando a solução das questões ambientais...”

Puxa a vida! Faz 20 anos que estão tentando e ainda não conseguiram? Será que é assim tão difícil ou porque não conseguem solucionar uma questão porque a solução que querem não é a solução possível?

Se por acaso construírem um aeroporto novo será que esses problemas todos se resolvem? 
Na matéria abaixo, publicada no Jornal A Cidade    no dia 13/05/2017,       fica clara uma direção especifica: o interesse exclusivo nos negócios.

Nenhuma preocupação ou  interesse pelos danos sócio ambientais causados às populações do entorno do Leite Lopes, nenhuma citação sobre os problemas urbanísticos e de mobilidade decorrentes da ampliação de um aeroporto dentro da malha urbana densamente habitada, entre muitos outros temas.  

Só a grana interessa e só interessa a certos grupos específicos! Tanto para a imprensa como para esse grupinhos econômicos, como a população é pobre, não faz parte dos interesses ligados a esse projeto.


Ribeirão Preto e região não tem um aeroporto decente e apropriado, já operando, pela insistência do Governo do Estado apoiado pelas forças politicas mais retrogradas e provincianas de Ribeirão (que chamamos de SLLQC) amparadas no aconchego com uma imprensa incentivada a não discutir o tema. 
SLLQC É o grupo de pessoas e de entidades que, há a 20 anos, insistem em não deixar construir um aeroporto novo para Ribeirão Preto porque, para eles, Só o Leite Lopes a Qualquer Custo lhes interessa, mesmo que  a cidade e a região possam ficar sem Aeroporto Internacional.

Haja paciência: só 20 anos de atraso para Ribeirão Preto que só dispõe de um aeroportozinho de cidade do interior!

domingo, 7 de maio de 2017

Projeto politiqueiro do aeroporto é tema em seminário

"Um dos temas lembrados foi o do aeroporto Leite Lopes e sua 'internacionalização'. Um projeto politiqueiro que há 20 anos desrespeitou o Plano diretor de 1995, que previa um novo aeroporto fora dos limites urbanos, causando a estagnação econômica da região e graves problemas sociais, principalmente ligados aos vazios urbanos e à luta por moradia."


domingo, 7 de maio de 2017 - Postado por 

Seminário 'CaminhosRegularização Fundiária' reúne 90 pessoas no sábado em Ribeirão Preto!


O evento proposto pelo Movimento Livre Nova Ribeirão e realizado pelo Fórum Permanente de Movimentos Populares reuniu cerca de 90 pessoas na manhã deste sábado (06/05/17) em Ribeirão Preto.


O tema 'Regularização Fundiária' é bastante importante dentro da conjuntura social da cidade, onde a luta por moradia popular ganha contornos dramáticos diante da realidade de mais de 90 assentamentos/ocupações urbanas, englobando mais de 20 mil pessoas.

O debate foi rico e profundo, com as contribuições especializadas de Frederico Firmiano (o Fred ), da coordenação estadual do MST, e do arquiteto e urbanista Maurílio Chiaretti, Presidente do SASP (Sindicato dos Arquitetos de São Paulo).



Segundo Fred, em sua fala, a MP 759, do governo Temer, busca dificultar a luta pelo acesso à terra no Brasil e tem, no seu bojo, perigosos mecanismos que podem facilitar a legalização da grilagem no Brasil, beneficiando o grande latifúndio em detrimento do pequeno produtor familiar e do assentado.

Já Maurílio deixou claro em sua fala que Ribeirão Preto não necessita de uma 'nova' lei de regularização, pois esses mecanismos já constam do Estatuto das Cidades e podem estar presentes desde já no Plano Diretor, coibindo a especulação imobiliária e facilitando os programas de moradia popular e regularização das ocupações que ocorrem nos vazios urbanos.

Maurilio Chiaretti

"A luta é muito mais política do que simplesmente ter uma 'lei' que institucionalize as soluções. Os mecanismos para solucionar esses problemas já estão dados, estão no Estatuto das Cidades. A dificuldade é que as cidades se constroem pela lógica do grande capital e não a dos interesses sociais e coletivos", afirmou Maurílio.

 Ricardo Jimenez e Fred


As cerca de 90 pessoas presentes tiveram a oportunidade de fazer questionamentos aos palestrantes e o debate se tornou ainda mais rico. Um dos temas lembrados foi o do aeroporto Leite Lopes e sua 'internacionalização'. Um projeto politiqueiro que há 20 anos desrespeitou o Plano diretor de 1995, que previa um novo aeroporto fora dos limites urbanos, causando a estagnação econômica da região e graves problemas sociais, principalmente ligados aos vazios urbanos e à luta por moradia.



A atual proposta de Plano Diretor está parada na Câmara há dois anos por pressão da especulação imobiliária, que não aceita um artigo que pretende proteger a área de recarga do Aquífero Guarani na zona leste da cidade e pelo próprio caráter do plano que, tecnicamente, traz alguns instrumentos de política urbana que podem coibir a especulação e democratizar o acesso social à propriedade urbana.

O seminário contou com o apoio do blog O Calçadão e tivemos a oportunidade de, mais uma vez, destacar a importância da existência e do fortalecimento do Fórum Permanente de Movimentos Populares como um instrumento de unidade e construção política dos vários segmentos da luta social e popular que o compõem.

"Se olharmos para qualquer paisagem de Ribeirão Preto encontraremos a exclusão social como o ponto mais forte. Nossa luta é para transformar Ribeirão em uma cidade democrática e inclusiva. Inclusiva realmente para todos, sem distinção. Problemas sociais se resolvem com políticas públicas, com ação social, nunca com descaso e repressão. A existência, o fortalecimento do Fórum e a atualização constante de seu documento público são fundamentais para isso", disse Ricardo Jimenez, representando o blog à mesa.



O objetivo do Fórum é promover mais seminários temáticos envolvendo temas dos outros segmentos, a partir das proposições como essa feita pelo Movimento Livre Nova Ribeirão, e manter essa agenda de debates sobre a cidade pela ótica da luta popular.

Fotos e vídeo: Filipe Peres e Paulo Honório


Paulo Honório, o construtor do seminário "Caminhos"

MOHAS, presente!




terça-feira, 18 de abril de 2017

Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído - São Paulo 26/04/17 Participe

Tem gente que acha que ruido de aeroporto não faz mal; tem gente que acha que para se divertir tem que assistir a eventos musicais ruidosos e que todo o mundo tem que suportar numa boa sem reclamar, como por exemplo nos eventos tipo Ribeirão Rodeio Music que são produzidos no Parque de Exposições que não promove nenhuma exposição (só lucro para o empreendedor e para os fornecedores de material para permitir que o publico possa espernear a noite toda sem cansar além de  insônia para os moradores lindeiros) e para os festivos vizinhos que alguns de nós têm a infelicidade de ter.


Sugerimos que vão todos participar do Manifesto do Silêncio pelo Dia Internacional da Conscientização do Ruído.


Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído em São Paulo, Brasil | 26/04/17

Tema INAD Brasil 2017 "Conforto acústico e educação, um bem para você e sua audição"

Local | UMAPAZ - SVMA & Monumento às Bandeiras

Endereço | Avenida Quarto Centenário, nº 1268 - Portão 7A - Parque Ibirapuera – São Paulo/SP

Horário | das 14h00 às 20h30 - Local | Auditório I Araucária